Esse é o zeca, nosso cão bordercollie. Quando o compramos ficamos simplesmente encantados com sua simpatia e beleza,
não resistimos aos seus encantos e o levamos pra casa. Só então, no auge de nossa euforia fomos pesquisar sobre sua raça… hum, well, podemos falar que ficamos um pouco preocupados com a seguinte frase: “você nunca conseguirá cansar um border…”,
mas tudo bem, afinal ele era tão lindo… O tempo passou e percebemos que aquela frase fazia sentido, o cachorro estava
sempre com aquela cara de “e aí, vamos fazer alguma coisa?, e aí?, e aí?, e aí?”, mas pensamos, “tudo certo, ele ainda é jovem,
cachorro é assim mesmo, quando amadurecer vai ficar mais calmo”. Hum…
Pra completar antonia estava somente com um aninho, a essa altura você deve estar pensando, que loucos!
pois é, somos mesmo.
O zeca conviveu com a gente, em nosso apartamento, por quase dois anos, e que dois anos! ele quase me enlouqueceu,
o danado fujia de tudo que é lugar, não tô brincando não, o apelido dele é zeca “Houdine”, ele abria até as portas da varanda,
que são enormes! mas também era encantador, de uma inteligência incrível. A gente tinha uma relação meio complexa, de amor e ódio.
Chegou a um ponto que ficou difícil, nem ele estava feliz nem a gente. Então começamos a procurar um lugar adequado pra ele ficar,
onde pudessemos vê-lo de vez enquando. Depois de algumas tentativas e muitas escapadas ele foi para mauá com um querido amigo,
e finalmente virou cachorro, mas não parou de fazer suas “zequises”, corre atrás ou melhor na frente das motos e carros,
foge de tudo que é lugar, pula qualquer portão ou muro e corre, corre MUITO!
Enfim continua o mesmo de sempre… só que agora, bem mais feliz.



E esse o querido Quiliam
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